sexta-feira, 26 de abril de 2013

Lázaro Duarte Do Páteo Professor Velho de Guerra

Nesta madrugada terminei de ler o livro "Lázaro Duarte Do Páteo  Professor Velho de Guerra" que foi escrito pelo meu tio, que é o filho mais velho de Lázaro, em homenagem ao centenário de nascimento do meu vô. No decorrer da leitura, teve alguns momentos que não tive emoções, mas teve momentos que dei risada da audácia de meu avô subir a escada da igreja com seu calango e também momentos que chorei, principalmente no texto com o título "Velho de guerra", que deve ter sido muito difícil para os filhos e a esposa vivenciar o final da trajetória do meu vô, que através da complicação da saúde do ente querido viu ele emagrecendo  desanimado e que com certeza lembraram do homem forte que foi e que lutou pelos seus objetivos de vida e de profissional.
Dei muita risada, quando falou da velha que tem cara de santa - que bebe uma garrafa de pinga por semana.
Obrigada por esse livro, que me fez conhecer e saber mais do meu vô, também agradeço a vó Sylvia de algumas vezes ter falado do meu vô, quando eu era pequena e tinha curiosidade de saber dele e pela minha mãe e meu pai que falaram também.
Mas, venho relatar alguns fatos que lembro da vó Sylvia:

  • O dia que uma moça de uma loja de moto ligou para vender uma para vó Sylvia;
  • Os doces das festas de Natal, que a vó fazia receitas a mais e que os neto pegavam em cima da geladeira;
  • as mangas que cortava pedaços iguais e ficava indo de um sofá para outro, onde eu e minha irmã estava e colocava os pedaços em nossa boca (que netas folgadas).
Sei que não sou uma escritora como minha irmã e como você tio Sillas, mas obrigada pela oportunidade que me deu para saber sobre o vô, tanto pelo livro quanto pelas conversas nas reuniões de sábado na casa do tio Celso.

Nenhum comentário:

Postar um comentário